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| Tuesday, 22-Nov-2005 00:00 |
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PAPA-FILAS
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Etal
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Paranapuan
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Colocar ônibus compridos que abrigassem um número maior de passageiros não é coisa recente. Em tempos em que os antigos ônibus comportavam poucos passageiros (algo como cerca de 25 sentados e 30 em pé), também se pensava em ônibus longos, que resolvessem o problema da lotação em linhas de grande demanda.
Como os ônibus mais antigos eram, na verdade, adaptações de caminhões com "cabines" que, colocados no lugar das tradicionais carretas ou baús, tinham assentos para passageiros, a idéia primária de ônibus longo - já denominado papa-filas, porque tinha como objetivo evitar a formação de longas filas de passageiros - se baseou ainda nos caminhões.
Então surgiram os verdadeiros monstrengos, lá por volta de 1954 e 1955 (quando o Brasil vivia uma crise política pior que a do governo Lula, com atentados, golpes, o suicídio de um presidente e a ameaça de impedimento à posse de outro presidente eleito).
Os ônibus fracassaram porque eram tão compridos que tinham problemas para se curvarem em ruas pequenas. Era como um caminhão comprido demais - em certas ruas, os caminhões tinham problemas para passar em certas ruas, seja por seu peso, seja por seu porte - e isso ficava difícil para os motoristas manejarem, causando desconforto para os passageiros.
Depois foi adotado o ônibus "sanfona", ou "minhocão" (que já havia sido o apelido dos antigos papa-filas), que ainda mostram dificuldades em ruas mais estreitas, mas funcionam em ruas largas e em determinadas cidades ou percursos viários.
Aqui estão alguns papa-filas.
FOTO 01 - ETAL
Etal, na linha 106 Lins / Urca, transformada em 442 em 1963, lamentavel e inexplicavelmente extinta. Foto de 1955.
FOTO 02 - PARANAPUAN
Empresa existente até hoje, ligando a Ilha do Governador ao Centro e Zona Norte cariocas. Foto também de 1955.
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| Sunday, 20-Nov-2005 00:00 |
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EXPRESSO ALCÂNTARA, DE SÃO GONÇALO
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Alcântara
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Alcântara
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A Expresso Alcântara Ltda., de São Gonçalo, para os torcedores fanáticos pelo futebol, bem que poderia se chamar Botafogo ao invés de Alcântara, por causa de suas cores preta e branca. A empresa teve uma vida curta de aproximadamente 10 anos. Surgiu em 1968 como dissidência da empresa ABC e passou a se servir dos ônibus fabricados pelas Carrocerias Nicola, que naquele ano das barricadas de Paris mudou o seu nome para a atual Marcopolo.
A Alcântara teve linhas servindo o Rodo de São Gonçalo, além do ramal de Niterói a Alcântara (principal distrito de SG) passando pela Rua Dr. March, no Barreto, hoje conhecido pelo código numérico 532M.
Inaugurada a Ponte Rio-Niterói, em março de 1974, a Alcântara obteve a concessão de uma linha ligando o Centro de São Gonçalo ao bairro do Méier, na então Guanabara. Essa linha depois tornou-se conhecida pelo código 533D.
Em 1977 a Alcântara foi extinta, comprada pela Viação Mauá, que já existia desde os anos 60, absorvendo em 1974 a Viação São Gonçalo que era dissidência da frota gonçalense da SERVE (estatal niteroiense que tinha também filial em Campos, depois ambas absorvidas pela CTC com a fusão do Rio com a Guanabara em 1975). Todas as linhas da Alcântara foram absorvidas pela Mauá,
O infeliz hábito, nos anos 90, dos burocratas do transporte coletivo em criar linhas-clone (uma titular e outras alternativas tendo o mesmo código numérico, às vezes variando com o acréscimo de um número ou letra) fez com que a mesma 533D abrigasse nada menos que seis linhas: uma ligando o Centro gonçalense ao Méier, outra ligando Alcântara ao Méier, outra ligando Alcântara à Piedade (parando na R. Martins Costa, na esquina da R. Manuel Vitorino, onde fica o campus original da Universidade Gama Filho), todas as três variando num ramal via R. Dr. March (Barreto) e noutro via R. Oliveira Botelho (Neves).
Aqui mostramos duas fotos da Expresso Alcântara publicadas na Cia. de Ônibus. A primeira delas, que mostra um ônibus da Veneza (modelo da Marcopolo), foi tirada em 1973 na R. Dr. March e faz parte da coleção do busólogo Alex de Souza Cornélio. No entanto, o ônibus foi visto pessoalmente pelo responsável deste site, Alexandre Figueiredo, quando este era bem criança e morava na R. Câmara Coutinho, na esquina da Dr. March. Tantas vezes o responsável do Classical Buses passou por aquele trecho da Dr. March na foto.
A segunda foto mostra a Av. Feliciano Sodré, Centro de Niterói, do ano de 1976. O autor do site também por aí passou muitas vezes, e viu pessoalmente o modelo Ipanema da Metropolitana pela Expresso Alcântara e o ônibus da Veneza que aparece na frente, na lamentavelmente extinta Cabussu.
No final dos anos 80, uma outra empresa com o nome de Alcântara surgiu, ligando a região de Mundel e Jardim Miriambi ao Centro de São Gonçalo. Mas seu nome é Viação Alcântara e não tem relação com a anterior.
FOTO 01 - ALCÂNTARA
Modelo Veneza em concepção especial (com a bandeira formando uma aba), de 1970, em foto de 1973. O autor do site, tendo dois anos, obviamente não tirou esta foto, nem algum conhecido dele na época, mas viveu naquela área na época.
FOTO 02 - ALCÂNTARA
Modelo Ipanema da Metropolitana, de 1975, na Av. Feliciano Sodré, Centro de Niterói, bairro por onde o pequeno Alexandre que hoje faz este site passava de vez em quando com a família, sobretudo para ir à Guanabara pelas barcas da Cantareira. A foto é de 1976.
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| Thursday, 17-Nov-2005 00:00 |
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CARROCERIAS VIEIRA
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Hoje pouco conhecida, a indústria das Carrocerias Vieira teve alguma reputação nos anos 60, sobretudo nos ônibus cariocas e paulistas, além de outras cidades brasileiras. Sua maior freguesa foi a Companhia de Transportes Coletivos (CTC, hoje extinta), então da Guanabara (município do Rio de Janeiro). No Rio, a Estrela Azul (que existe até hoje) também foi famosa pelos ônibus da encarroçadora. Extinta no início dos anos 70, a Vieira teve seus ônibus circulando pelo Brasil até meados dos anos 80, quando se via ônibus escolares com esta carroceria.
Uma curiosidade: o modelo 1972 era apelidado de Alfacinha.
FOTOS 01, 02 E 03 - CTC
Foto 01 - Modelo Vieira de 1962, mas na sua remessa fabricada em 1964, então recém-adquirido pela frota da empresa, antes de ser colocado em circulação em suas linhas.
Fotos 02 e 03 - Vieira modelo 1972, em fotos de 1973.
FOTO 04 - ESTRELA AZUL
Vieira modelo 1972, em foto de 1974.
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| Tuesday, 15-Nov-2005 00:00 |
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ÔNIBUS ANTIGOS DA BAIXADA FLUMINENSE
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Antigamente, a partir dos anos 40, o despejo de populações pobres do Centro do Rio fez crescer a população da Baixada Fluminense (região de "cidades-dormitório" vizinha ao município carioca).
A tentativa de transformar o Rio de Janeiro numa "Paris dos trópicos" teve o efeito colateral de fazer crescer a área suburbana, seja em plena zona urbana (as favelas), seja em municípios que são completos subúrbios, como os da Baixada: Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Nilópolis, São João do Meriti e os recentes municípios de Mesquita e Belford Roxo, desmembrados de Nova Iguaçu.
Esse fenômeno se deu porque as autoridades, ao longo das décadas, não deram assistência adequada às populações pobres, e as indenizações pela desapropriação de casas e cortiços no centro carioca eram humilhantes e os moradores, em muitos casos, não tinham emprego e viviam à própria sina de infortúnios por causa da miséria.
Esses problemas sociais acabaram criando um sentimento de revolta e rancor de parte dos pobres, o que resulta em ladrões, assassinos e, com o envolvimento com presos políticos durante a ditadura (bandidos e "subversivos" compartilharam a mesma cela), entre os anos 60 e 70, fez criar o crime organizado, que tem o tráfico de drogas como sua principal atividade comercial (ilícita). É o preço da falta de atenção das autoridades, sem dar trabalho, saúde e educação ao povo em geral que faz crescer a violência.
Classical Buses mostra fotos antigas de empresas da Baixada Fluminense. Três delas tiradas do site Ônibus do Rio e outra do Toffobus. São as empresas Caravelle, Municipal, São José e Evanil, respectivamente.
FOTO 01 - CARAVELE
Garagem da empresa. Ônibus das carrocerias Grassi, modelo Aclo, ano 1950.
SEDE: Duque de Caxias.
FOTO 02 - MUNICIPAL
Ônibus da Ciferal Leme, com motor traseiro, ano 1973.
SEDE: Duque de Caxias.
FOTO 03 - SÃO JOSÉ
Ônibus das carrocerias Grassi, ano 1950.
SEDE: Nova Iguaçu.
FOTO 04 - EVANIL
Frota de ônibus tipo lotação Ford, ano 1945.
SEDE: Nova Iguaçu.
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| Sunday, 13-Nov-2005 00:00 |
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Av. Pres. Vargas ao longo dos tempos
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A opulenta avenida Pres. Vargas, inaugurada em 1944, um dos principais troncos viários do município do Rio de Janeiro, juntamente com as avenidas Francisco Bicalho e Brasil. É, portanto, uma das artérias viárias de ligação para os diversos bairros das três zonas cariocas e para a Baixada Fluminense. Desde 1974, também se comunica com Niterói e a parte norte do Estado do Rio de Janeiro através da Ponte Rio-Niterói.
A construção da Av. Pres. Vargas, no entanto, se efetivou a partir de um projeto cruel de exclusão social. As autoridades não eram muito sensíveis - ainda não o são - com as populações pobres, e o Rio de Janeiro fez seu marco zero da favelização que preocupa a opinião pública (e que está sendo objeto de reportagens e discussões pelo jornal O Globo) ao destruir populosos bairros populares, nas áreas que hoje correspondem às avenidas Rio Branco (antiga Central, construída durante a gestão do prefeito Pereira Passos, há cem anos) e Pres. Vargas.
Aqui mostramos uma galeria de fotos, colhidas de sites como Carioca da Gema, Ricardo's Multiply e Toffobus, além de um escaneamento da enciclopédia Conhecer Brasil (Editora Abril, 1981) e do excelente livro História das Ruas do Rio, de Brasil Gerson (Lacerda Editores, 1995). Para começar, vamos iniciar a galeria com uma extinta igreja, no local onde está parte da atual avenida.
FOTO 01 - IGREJA SÃO DOMINGOS - 1922
Igreja e arredores foram destruídos, abrindo caminho para a avenida.
Fonte: História das Ruas do Rio - Brasil Gerson.
FOTO 02 - AV. PRES. VARGAS - 1946
A então recente avenida, vista da Praça da República, tendo em primeiro plano a Central do Brasil e seu famoso relógio, à esquerda.
Fonte: Carioca da Gema.
FOTO 03 - AV. PRES. VARGAS - 1949
Vista aérea.
Fonte: Ricardo's Multiply site.
FOTO 04 - AV. PRES. VARGAS - 1950
Vista do trânsito, na esquina com a Av. Rio Branco
Fonte: Toffobus.
FOTO 05 - AV. PRES. VARGAS - 1950
Vista do trânsito, na altura da Praça Onze. Note que os prédios mostrados no alto da foto não existem mais.
Fonte: Carioca da Gema.
FOTO 06 - AV. PRES. VARGAS - 1954
Trecho em que um bonde segue o sentido Centro-Estácio. Na plaqueta, o bonde se destina à Rua São Francisco Xavier, no Maracanã, bairro onde já se situava o então recente estádio do Maracanã, palco de uma Copa do Mundo, quatro anos antes, em que o país anfitrião saiu vice-campeão, decepcionando muitos torcedores.
Fonte: Carioca da Gema.
FOTO 07 - AV. PRES. VARGAS - 1959
Parte de uma foto mostrando a avenida, em vista aérea, com o antigo bairro da Praça Onze cheio de casas e prédios.
Fonte: Toffobus.
FOTO 08 - AV. PRES. VARGAS - 1959
Outra parte da foto 07.
Fonte: Toffobus.
FOTO 09 - AV. PRES. VARGAS - 1965
Estado da Guanabara. Início da ditadura militar, que todos julgavam transitória. Vista aérea da avenida.
Fonte: Ricardo Multiply's site.
FOTO 10 - AV. PRES. VARGAS - 1966
Mais uma vez. Guanabara, ditadura, ainda na fase branda, mas ainda assim já com sua vocação para reprimir e censurar. Note o comboio de caminhões com as tropas de choque. Foto publicada originalmente no Correio da Manhã.
Fonte: Toffobus.
FOTO 11 - AV. PRES. VARGAS - 1971
Ditadura, já no "milagre brasileiro". Os ônibus na frente da foto seguem o sentido Estácio-Centro. A foto é de 1971.
Fonte: Carioca da Gema.
FOTO 12 - AV. PRES. VARGAS - 1973
Época da crise do "milagre brasileiro", impulsionada pela crise mundial do petróleo, a partir do Oriente Médio. No Rio de Janeiro, o destaque são as obras do metrô, que criaram alguns desvios na avenida. O trânsito, nesta foto, é congestionado.
Fonte: Enciclopédia Conhecer Brasil, de 1981, também publicada na Internet pelo Toffobus.
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| Friday, 11-Nov-2005 00:00 |
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ÔNIBUS DE SALVADOR
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Lotação Ford
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SMTC
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Fotos de ônibus antigos da capital baiana são raríssimas. Além disso, as empresas de ônibus existentes no passado remoto estão hoje extintas. O sistema de ônibus de Salvador é deficitário, mas ainda assim conta com admiradores e especialistas, que discutem os problemas do transporte coletivo na cidade conhecida como Soterópolis.
Aqui temos duas fotos relacionadas aos transportes coletivos de Salvador. O primeiro é um lotação da Ford na Estrada da Liberdade, cuja empresa é desconhecida, em foto de 1950. O segundo é um trolebus Fiat da extinta empresa estatal SMTC, em foto de 1958. A primeira foto foi extraída do Toffobus e a segunda escaneada pelo responsável deste site a partir de uma reportagem do jornal A Tarde, de alguns anos atrás.
Ah, não esqueça de visitar o OMNI-BA, organizado pelo meu irmão Marcelo Pereira, sobre os ônibus baianos.
FOTO 01 - Lotação Ford
FOTO 02 - SMTC
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| Wednesday, 9-Nov-2005 00:00 |
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ÔNIBUS DA REGIÃO SERRANA DO RIO DE JANEIRO
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Teresópolis
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Fácil
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Aqui mostramos os ônibus das duas principais cidades da Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro, em fotos bem antigas. A primeira é a Teresópolis, do município do mesmo nome, com um modelo Eldorado das saudosas Carrocerias Metropolitana, de 1960. A foto foi publicada, a cores, num anúncio publicado naquele ano na revista Manchete. Já a segunda foto é de um ônibus da Fácil - associada à Única, e tal como esta estréia um novo design bem comentado pelos busólogos do país - , de Petrópolis, com um modelo CAIO Bossa Nova de 1961, em foto de 1962. Ambas as fotos foram publicadas na Internet no Toffobus.
FOTO 01 - TERESÓPOLIS
FOTO 02 - FÁCIL
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| Tuesday, 8-Nov-2005 00:00 |
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ÔNIBUS PAULISTAS
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CMTC
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Alto da Mooca
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Fotos extraídas do Toffobus e que outro colaborador escaneou da revista Quatro Rodas de 1962. Um é o GMC Coach urbano ODC-210, de 1953, da empresa CMTC, hoje extinta. Outro é a CAIO Bossa Nova, de 1960, da empresa Alto da Mooca.
FOTO 01 - CMTC
FOTO 02 - ALTO DA MOOCA
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| Monday, 7-Nov-2005 00:00 |
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EMPRESAS ATUAIS E SEUS ÔNIBUS DA DÉCADA DE 60
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Vamos aqui mostrar algumas empresas cariocas (uma delas sediada em São Paulo, mas que fazia fretamento no Rio) que circulam até hoje com ônibus que as empresas tinham na década de 60, seja a primeira metade, a do ié-ié-ié, seja a segunda, a do psicodelismo.
Algumas dessas empresas surgiram a partir de lotações, como a Alpha, que foi inaugurada no dia da renúncia do presidente Jânio Quadros, em 25 de agosto de 1961. A Tijuquinha e a Acari também surgiram de lotações. Mas há outras que surgiram a partir da extinção de empresas mais antigas, como a Oriental, surgida das cinzas da Elizabeth. Há também uma empresa que foi extinta nos anos 70 e reativada anos depois, a Santa Sofia.
Nesta galeria, tirada de sites como a Cia. de Ônibus, exceto fotos 7 e 8, do Toffobus), mostramos o melhor das empresas de ônibus que hoje circulam no Rio, com ônibus que elas adquiriram na década de 60.
FOTO 01 - ACARI
Foto 01 - Metropolitana 1968
FOTOS 02 E 03 - ALPHA
Foto 02 - Grassi Argonauta 1964
Foto 03 - Metropolitana 1965
FOTOS 04 E 05 - AMÉRICA
Fotos 04 e 05 - Metropolitana 1968
FOTO 06 - AUTO DIESEL
Foto 06 - Cermava 1966
FOTO 07 - BANGU
Foto 07 - Metropolitana 1966 (reprodução em miniatura)
FOTO 08 - BREDA
Foto 08 - Monobloco O-321 Mercedes-Benz 1962
FOTO 09 - CAPRICHOSA
Foto 09 - Cermava 1964
FOTO 10 - IDEAL
Foto 10 - Metropolitana 1968
FOTO 11 - JABOUR
Foto 11 - Metropolitana 1968
FOTO 12 - ORIENTAL
Foto 12 - Cermava 1964
FOTOS 13 E 14 - TIJUCA (VULGO TIJUQUINHA)
Foto 13 - Metropolitana 1964
Foto 14 - Metropolitana 1968
FOTO 15 - TRÊS AMIGOS
Foto 15 - Cermava 1966
FOTOS 16 E 17 - VERDUN
Foto 16 - Metropolitana 1968
Foto 17 - Metropolitana 1969
FOTO 18 - VILA ISABEL
Foto 18 - Metropolitana 1968
FOTO 19 - REDENTOR
Foto 19 - Cermava 1966
FOTO 20 - SANTA SOFIA
Foto 20 - Metropolitana 1965
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| Sunday, 6-Nov-2005 00:00 |
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AUTO DIESEL
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Empresa carioca associada ao grupo Breda, do paulista Nenê Constantino (da empresa de transporte aéreo Gol), a Auto Diesel existe desde os anos 50. A empresa chegou a ter um excessivo número de linhas em 1990, quando acumulou linhas herdadas das extintas Uruguai, Paraense e Américo Leopoldinense (esta apelidada de Amigos Leopoldinense). Mas, ainda naquele ano, a Auto Diesel começou a se dividir, criando a Vila Real para assumir parte das linhas. Mais tarde, a veterana empresa Breda assumiria uma frota carioca de ônibus urbanos, com o nome de Breda Rio, que pegou parte das linhas que a Auto Diesel operava entre a Penha e a Zona Sul.
Aqui fazemos uma seleção de fotos antigas da Auto Diesel, extraídas do Toffobus (Fotos 01 e 02) e Cia. de Ônibus (Fotos 03 e 04).
A primeira foto mostra um ônibus da Carbrasa, de 1959, em foto do mesmo ano, no antigo terminal da Esplanada do Castelo, que nos anos 70 deu lugar ao edifício Menezes Cortes (que inclui shopping, garagem de automóveis e terminal de ônibus), com a linha 200 Castelo / Marechal Hermes (no sistema de codificação anterior a 1963, ano desta segunda foto). A segunda mostra o mesmo ônibus, na mesma linha, mas recodificada para o atual número 378.
A terceira foto, por sua vez, é um ônibus da Carbrasa ano 1965. A quarta foto é um ônibus da CAIO, modelo Jaraguá, ano 1965.
Fotos 01 a 04 - Auto Diesel
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